Eldest, pag.254
"Eragon parou na orla de uma pequena ravina e olhou para o outro lado, onde um gerifalte com uma asa partida rasgava um arbusto de frutos silvestres brancos. A ave ficou imóvel quando o viu, depois abriu o bico e libertou um guincho ensurdecedor.
- Que destino terrível, não poder voar! - comentou Saphira.
Quando Arya chegou, observou o falcão, depois preparou o arco e, com uma pontaria infalível, atravessou o seu peito com uma flecha. A princípio, Eragon pensou que o tivesse feito para arranjar comida, mas não fez qualquer movimento para recuperar o animal ou a seta.
-Porquê? - perguntou-lhe.
Com uma expressão empedernida, Arya desmontou o arco.
- Estava demasiado ferido para eu o curar e morreria hoje ou amanhã. É assim a natureza das coisas. Salvei-o de horas de sofrimento."
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