sexta-feira, julho 14, 2006

Eldest, pag.254

"Eragon parou na orla de uma pequena ravina e olhou para o outro lado, onde um gerifalte com uma asa partida rasgava um arbusto de frutos silvestres brancos. A ave ficou imóvel quando o viu, depois abriu o bico e libertou um guincho ensurdecedor. - Que destino terrível, não poder voar! - comentou Saphira. Quando Arya chegou, observou o falcão, depois preparou o arco e, com uma pontaria infalível, atravessou o seu peito com uma flecha. A princípio, Eragon pensou que o tivesse feito para arranjar comida, mas não fez qualquer movimento para recuperar o animal ou a seta. -Porquê? - perguntou-lhe. Com uma expressão empedernida, Arya desmontou o arco. - Estava demasiado ferido para eu o curar e morreria hoje ou amanhã. É assim a natureza das coisas. Salvei-o de horas de sofrimento."